Análise de gases em veículos movidos a GNV

     Monitorar emissões em veículos a GNV também é essencial, pois um componente inadequado pode anular a redução originalmente obtida

     Neste trabalho, abordamos os gases emitidos pelos veículos, e comprovaremos, por uma série de argumentos, os benefícios de realizar a análise de gases: diminuir o consumo, economizar gastos e emitir menos poluentes. Para os mecânicos e proprietários de veículos, são motivos suficientes para proceder a análise na emissão de gases - afinal, afeta diretamente o bolso do cliente e poupa o tempo do mecânico. A figura abaixo mostra como os gases se formam no interior do motor.

    Com o desenvolvimento tecnológico, o motor recebeu diversos componentes eletrônicos que gerenciam e controlam esses gases.

    Portanto, analisar a emissão de poluentes é tão importante que podemos afirmar que os veículos até possuem um mini-analisador para acompanhar constantemente os gases expelidos pelo escapamento, a sonda lambda.

    Se o veículo não estiver de acordo com os limites estabelecidos pelo CONAMA, não pode circular pelas vias públicas:

HC<700ppm, CO corr.<1%, diluição>6%.

    A introdução do GNV como combustível alternativo menos poluidor trouxe a consciência de que os veículos que receberem o sistema, comumente chamado de kit gás, deverão ser analisados com mais rigor. Um componente do sistema, mecânico ou eletrônico, mal dimensionado ou instalado poderá fazer com que toda a tecnologia originalmente responsável pela redução de emissões seja anulada, o que afeta diretamente o rendimento do veículo. Os gráficos (abaixo) mostram a situação ideal em termos de nível de emissão.

Em resumo:


    Entenda os itens químicos da mistura e da combustão

    Obtenha os valores após o catalisador e compare com NOx - óxido de nitrogênio (alta toxidade). Ele resulta de temperatura elevada na câmara de combustão. Quando acima do limite, é sinal que existe mistura pobre (muito oxigênio para pouco combustível). A fórmula a ser aplicada para medição é gramas por quilômetro. O ideal é obter menos de 0,2 g/km.







     Analise também o limite do monóxido de carbono (alta toxidade), que não pode chegar a 1%. É ideal que fique entre 0,02% e 0,1%. Quando a margem limite é ultrapassada, existe uma péssima combustão por mistura rica (muito combustível para pouco oxigênio).



     Quando se trata de hidro-carbonetos, a medida é ppm (partes por milhão). Idealmente deve permanecer abaixo de 100 ppm. É comum obter valores de 3 a 10 ppm nos veículos a gasolina e GNV. Em percentagem, o ideal é de 0,02% a 0,5%. Nesse caso, a forma de medição aplicada deve ser percentual (%) sobre volume.
O limite máximo é de 1% ou 2% por km rodado.

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